Regiões: as principais regiões produtoras da Alemanha estão localizadas no Centro-Oeste do país:
AHR: Excelentes tintos de Pinot Noir. Acima do paralelo 50°, a região produtora mais setentrional da Alemanha guarda um dos últimos segredos do mundo do vinho: seus grandes Pinot Noirs.
MOSEL: Rieslings de secos a doces. Ao longo das margens do rio Mosela, as videiras variam ainda mais do que as da Borgonha na Côte d’Or. As melhores propriedades estão vltadas para o Sul.
RHEINGAU: Rieslings de secos a doces. Em sua melhor época a região consegue unir profundidade, sutileza e austeridade para oferecer o vinho mais nobre do rio Reno.
NAHE: Weisburgunder secos e Rieslings de secos a doces. Região privilegiada, inserida entre o Mosel, Rheinhessen e Rheingau, passa a seus vinhos o melhor de cada uma destas regiões: intensidade, longevidade, corpo e mineralidade.
RHEINHESSEN: Secos de Silvaner, Riesling e Grauburgunder. Região que parecia adormecida há poucos anos, hoje é considerada uma das regiões mais empolgantes do país.
PFALZ (Palatinado): Rieslings de secos a doces. É a maior (80 km de vinhedos) e mais empolgante região do país. Assim como a Alsacia, é a parte mais ensolarada e seca do país.
FRANKEN (Franconia): Silvaner e Riesling. Localizada no antigo reino da Bavária, é uma das mais peculiares regiões vinícolas do país, célebre pelos excelentes Silvaner em garrafas bojudas.
BADEN: Uvas Pinot Gris e Pinot Noir. A região mais austral e quente da Alemanha tem personalidade e produz, geralmente, vinhos secos, encorpados e com envelhecimento em carvalho.
Harmonização
Desde os secos até os ultra-doces, os vinhos alemães dão um verdadeiro show à mesa!
Os vibrantes secos são ótimos como aperitivo; a Cozinha Asiática (japonesa, chinesa e tailandesa) vai bem com diversos Rieslings; Foie Gras com Auslese é de chorar!; a quente e perfumada cozinha Mexicana cai bem com um Grauburgunder; o difícil Salmão é boa companhia tanto para um Riesling quanto para um Pinot Noir (Spatburgunder); pratos típicos alemães são combinação obrigatória (como o Eisbein com Riesling); pratos com frutas vão bem com brancos com residual de açúcar; os grandes vinhos doces alemães são verdadeiros vinhos de “meditação” mas também casam com perfeição com queijos azuis ou sobremesas à base de frutas ou castanhas.
Fontes: Atlas Mundial do Vinho (6ª edição) e Info Especial Alemanha (Decanter Vinhos)
TinTin!


1 comentários:
Grande Jonhy,
Boa aula,
abraco
Avi
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