OS EXAMES são divididos em 3 partes: Prática, Teoria e Dissertação. As duas primeiras são feitas simultaneamente, 1 vez ao ano nas cidades de Londres, Sidney ou San Francisco, durante 4 dias.
Na prova Prática, os candidatos devem degustar 12 amostras de vinhos e responder a cerca de 20 páginas de perguntas. Normalmente pede-se para que sejam identificados em cada vinho a variedade de uva (ou corte); a origem do vinho; as técnicas de produção utilizadas; discutir a qualidade da amostra e seu segmento de mercado; o potencial de envelhecimento e a safra.
A decisão de quando fazer as provas é um passo bem importante pois são permitidas apenas 3 tentativas num intervalo de 5 anos.
Após um rápido intervalo os estudantes iniciam os Testes Teóricos, que se estendem ao longo de cansativos 4 dias. Os temas avaliados são Vinhedos e Produção; Enologia; Business internacional (embalagens, distribuição, marketing, tendências e legislação) e finalmente Atualidades (alcoolismo, vinho e saúde, plantas geneticamente modificadas, globalização, etc).
“Os alunos são ensinados a pensar como um detetive e escrever como um advogado”
Com resultado positivo nos exames Prático e Teórico, a última fase é de elaboração de uma Dissertação com tema livre, porém pré-aprovado pela banca examinadora.
No caso de sucesso em todos os exames, os felizardos assinam um termo de compromisso ético antes de receber a permissão de adicionar as gloriosas iniciais (MW) a seu nome. A cerimônia de entrega dos certificados acontece anualmente, em Novembro, no salão da Vintners Guild, em Londres.
Fonte: texto da MW Debra Meiburg, revista Tatler, traduzido por Bernardo Silveira.
Fotos dos alunos: IMW


3 comentários:
Ei, João,
seria legal você citar a fonte correta da base do seu texto, né?
Eu também li a tradução em português que o Bernardo Silveira fez para o artigo da Debra (com autorização dela, por sinal, pelo que ele me disse).
A menos que você tenha encontrado o original da revista Tatler na web, coisa que eu não consegui de jeito nenhum.
Abraço,
JJ
PS: Coloquei o link do blog do Silveira na assinatura.
Caro João,
faço questão de sempre creditar as fontes. Recebi este texto de um amigo e não sabia que havia sido traduzido pelo Bernardo. Assim, coloquei os créditos apenas para a Debra.
Está corrigido meu erro.
Obrigado pelo aviso.
Abç, João.
Aos dois João, obrigado.
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